quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Na Time Out de Maio..

...com algum atraso de leitura, mas sempre com orgulho!

"Hernâni Miguel voltou ao Bairro Alto. E isso é bom

Diferenza é o novo bar de Hernâni nos confins da Atalaia. E tem um WC bestial, conta João Macdonald. O Diferenza é o único bar de Lisboa que tem uma sala de espera para o WC. Confortáveis cadeiras e uma mesa enquanto se aguarda vez. Mais ainda, o Diferenza não tem dois, mas sim três WCs – o terceiro é para emergências. “As pessoas é que precisam de espaço, não são os armazéns!” Assim fala com sapiência Hernâni Miguel, decano das noites lisboetas, recém-regressado ao Bairro Alto para abrir este novo bar com o sócio Miguel Ruah. É isso mesmo: Hernâni voltou ao bairro. E caso não saiba, isso é motivo de festejo.
Aqueles que têm mais currículo na noite saberão que a ele se deve, nos florescentes anos 80, lugares como o Lábios de Vinho, o Ocarina, o Janela Indiscreta e, acima de tudo, o elegante Targus e o fundamental Três Pastorinhos. Os mais recentes noctívagos podem identificá-lo com o Napron (no mesmo lugar dos Pastorinhos, e ao qual ainda se mantém associado), estabelecimentos, todos eles, localizados no Bairro Alto. Nos últimos anos Hernâni investiu no Pólvora Café Concerto, em Oeiras, depois voltou à cidade numa parceria na LX Factory com a livraria Ler Devagar e por fim, há não mais de um mês, devolveu-se às raízes instalando-se na Rua da Atalaia com o Diferenza. O guineense-alfacinha, assim se descreve, crescido no Chiado, “o pequeno quadrado mais cosmopolita do país”, está pleno de boa disposição. “Sou um urbano alegre!”, elucida. Assim como todos os lugares que inventou para as noites da capital.
O Diferenza está na zona “mais quente” do Bairro Alto. Que é como quem diz na parte onde a Rua da Atalaia começa o cotovelo que a liga à Rua da Rosa e que nunca foi especialmente convidativa – tirando aqueles belos anos na década de 90 em que toda a gente se pelava por uma mesa no Hell’s Kitchen, à altura um dos restaurantes mais originais da cidade. Com Hernâni e o Diferenza, a zona já arrefeceu de novo. É impossível resistir à disseminação de bom espírito das iniciativas deste homem.
Aberto todos os dias da semana das 21.30 às 02.00 – mas, daqui a algum tempo, com horário 18.00-04.00 –, é um lugar “pluricultural”. A programação, ainda em desenho, abre-se à stand up comedy, a concertos (jazz, música étnica, MPB, chorinho, os sons do músico brasileiro Leo Castilho e uma vontade de trazer as Divas de Cabo Verde), e o DJ Vítor Alves aos sábados. Também é possível reservar o Diferenza para festas “só para amigos”. Nos consumos, além dos álcoois habituais, e considerando a futura happy hour, haverá vinho a copo e acepipes. E pode-se fumar.
Tudo isto é atravessado por um espírito de cidadania. A Hernâni Miguel nada agrada a epidemia de microbares no Bairro Alto, esses espaços de condições estrangulatórias que fazem o negócio mais na rua do que no interior e, muito abusivo, apresentam WCs mínimos. Por isso sustenta: “A confusão não se resolve com o encerramento dos sítios às duas da manhã. Acredito até que a Câmara Municipal o tenha imposto para depois calmamente recuar, mas não é por aí. O que deve ser feito é exigir a sério aos bares que se melhorem – não esquecendo que cada caso é um caso”. Só isto, acredita, atribuirá calma e limpeza às ruas. “Ah!”, avisa, “e sou ainda a favor de aumentar a vídeo-vigilância”. Para transmitir mais segurança, acima de tudo, aos turistas.
Cada caso é um caso, e a boa escala humana do Diferenza é um exemplar caso. Por fim, o que faz mesmo de um bar um bom bar? “Uma coisa muito importante”, explica Hernâni. “Tem de ser um sítio onde uma mulher se sinta completa e absolutamente à vontade vindo sozinha e estando sozinha. É o que este bar é, e uma das diferenças é essa.” "

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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Adoro


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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Finalmente



Chegou o meu bébé.

É lindo, bem comportado e por enquanto ainda come pouco e dá poucas despesas.

Sou uma mamã orgulhosa.

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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Há coisas que me intrigam

Nomeadamente, como se ensina uma criança a nadar, sem que ela ainda tenha sequer noção do que são os pés e a cabeça...
http://www.childdrowningprevention.com/
Fabulástico..

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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Actualização

Apesar de continuar sem novidades, já começo a ver a luz ao fundo do túnel, o que me leva, infelizmente, a gastar diariamente cada vez mais tempo a pensar neste assunto.
Resolvi repetir um dito teste, e desta vez os resultados foram estes:

Rank Specialty Score
1 ophthalmology 41
2 pediatrics 40
3 otolaryngology 40
4 radiology 40
5 pulmonology 40
6 nephrology 40
7 endocrinology 40
8 dermatology 40
9 anesthesiology 39
10 allergy & immunology 39
11 general surgery 39
12 rheumatology 39
13 hematology 39
14 gastroenterology 39
15 urology 39
16 aerospace med 39
17 plastic surgery 39
18 nuclear med 39
19 neurology 38
20 neurosurgery 38
Nem me atrevo a listar o resto. Mas pelo menos já não tenho a Gastro em 1º lugar...Help...

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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

A vida Portuguesa


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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Tempo de férias


Eu fico, mas o blog vai de férias com o resto do pessoal. Entretanto poupa-se energia. Qualquer dia até reciclo.

Alguém já conhece o CUIL? Diz que ser despedido do Google é nisto que dá...

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segunda-feira, 31 de março de 2008

Sol,

vieste(s) para ficar?

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domingo, 30 de março de 2008

Most likely to be the biggest understatement of my life:

"as pessoas (às vezes) falam sem pensar".

#1
- O seu marido tem alta amanhã.
...(silêncio)...
- Alta? Mas eu não tenho condições para o ter em casa assim.
- Então e o lar? Não ficou de tratar do lar?
- Ai Drª, eu pensava que ele morria aqui e já não ia a lado nenhum, por isso não tratei de nada..
...(silêncio)...
...(silêncio)...
...(silêncio)...
- O seu marido tem alta amanhã.

#2
- Dói-me o pé.
- Mas aconteceu-lhe alguma coisa?
- Torci-o.
- Então se calhar é por isso que dói.
- Hmm.. não. É que há 7 anos (mais ou menos) ao abrir o congelador caiu-me um frango (congelado) no pé. E eu acho que é mais derivado a isso que agora me dói.

#3
- Olhe Drª, há uns 9 ou 10 anos, eu vivia na Alemanha, e tive um acidente, que uma prima minha sem querer me fez um golpe na mão com uma faca. e eu agora não conigo fazer este movimento e parece-me que é por isso.
(diz ele enquanto simula o movimento de quem desenrosca a tampa de um frasco...).

Ao fim do dia, ou nos rimos ou atiramos alguém pela janela...

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segunda-feira, 17 de março de 2008

Springtime

Apanhar sol faz bem à pinha...

E como aconselhou a pequena M., lá do alto da sua sabedoria, à minha querida CR: "... pôr um creme de tirar as (ve)rrugas, ir à Feira de Março, ir à praia e... curtir a vida". Ela é que sabe.

No sábado estendi-me ao sol, pelo sim pelo não. Para a praia ainda está frio e o creme das (ve)rrugas faço de conta que não uso. A feira é que talvez dispense...

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quarta-feira, 12 de março de 2008

Então e o dinheiro??

Na primeira página do Público de hoje (e provavelmente de vários outros jornais), vem uma notícia que diz que um grupo de investigadores portugueses do Instituto Gulbenkian da Ciência, em parceria com investigadores ingleses no Quénia, desenvolveu um modelo matemático que permite erradicar a malária em África.
O grande problema não está naqueles que se mostram doentes e que (em principio) são tratados, mas precisamente naqueles que estão infectados sem o saberem, pois desenvolveram imunidade suficiente para não apresentarem sintomas. Segundo o dito modelo, a solução para este problema passa pelo tratamento desses portadores (todos eles, milhões deles) assintomáticos, durante nada mais nada menos que 2 anos (DOIS ANOS!!). Tudo muito simples.
O conceito e o objectivo parecem-me extraordinários, uma vez que a malária afecta mais pessoas e mata quase tantas quanto o VIH todos os anos mas, ao contrário deste, tem cura, sendo assim possível sonhar um boacadinho mais alto.
Agora pergunto eu, então e de onde vem o dinheiro para tratar esses 200 a 500 milhões de infectados por ano, durante 2 anos?? Voar alto, mas talvez não tanto.
Admiro-lhes a fé...
Por falar em fé, e aquele senhor na Madeira que foi (re)eleito com 99,7% dos votos??

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A Internet tem destas coisas...

Quem, como eu, não trabalha numa área que implique, com frequência, recorrer aos serviços dos CTT para enviar correpondência, encomendas e afins, estará provavelmente, como eu, irremediavelmente dependente da Internet.As vantagens são inúmeras e as desvantagens outras tantas. Há cerca de 3 dias que não consigo aceder ao meu Gmail a partir de casa, o que significa que só me tem sido possível ver os mails que lá entram 1 vez por semana. Às vezes nem isso.Mas nunca me aconteceu não conseguir abrir a caixa do correio. Aquela lá em baixo, à entrada do prédio.
A porta tem uma dobradiça partida, é de ferro e por isso no dia em que caiu ao chão dobrou a chave ao meio, tendo eu ficado com uma porta e uma chave agarradas uma à outra, sem que nenhuma servisse para grande coisa. Nada que um martelo e alguma paciência não tenham resolvido.Desde há 8 anos que a chave está dobrada e a dobradiça partida e nunca lá ficou correio fechado sem que o pudesse espreitar. Mas o Gmail não há martelo nem paciência no mundo que abram. Pelo menos não em minha casa.
Além disso, quem pode seriamente dizer que não tem saudades de receber uma cartinha escrita em papel, à mão e que não traga más notícias?? (leia-se, contas para pagar, por exemplo..). Eu gosto/gostava muito e tenho muitas saudades. Tenho um dossier cheio de cartas de todos os géneros e para todos os gostos, que guardei do tempo em que tive a felicidade de viver longe o suficiente para obrigar as pessoas a escreverem-me, porque nessa altura a Internet ainda não era para todos.Mais ainda, pensei que os selos fossem todos aquelas etiquetas ranhosas que mais parecem vinhetas de médico (!!!), que põem nos correios quando esporádicamente lá vamos por cartas para a DGV ou as Finanças ou coisas assim. Mas não.
Fui comprar o "selo" para umas cartas com o intiuto de pedinchar uns livros a uns laboratórios e, qual não foi o meu espanto, quando me passaram isto para as mãos:

Não caiu uma lágrimazinha porque podia parecer foleiro...

PS: Ironia das ironias, não tenho envelopes em casa... É no que dá, depender da internet.

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Em 2008 festeja-se...

E pensar que estas adoráveis criaturas já contam 50 anos!



Fui visitar Vila Franca de Xira. Parece-me maravilhoso ir trabalhar para uma cidade onde há placas a indicar o rio Tejo...

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Ano Novo...

... vida nova não será, mas 2008 palavras novas certamente terá. Até fiquei poetica, tal foi o choque ao ler a composição de um pãozinho maravilhoso que descobri na loja de comida do IKEA.
Por que razão insisto eu em ler os rótulos, é algo que me ultrapassa. Mas de que outra maneira iria eu descobrir que aquilo a que os estrangeiros chamam, nas suas respectivas linguas (e no mesmo pacote, há que referir) "raising agent", "agent améliorant" (esta também hei de entender.. para melhorar o quê?), "mezzi a far crescere", "levadura quimica", ou até mesmo "bakpulver" (por que não?), em português não se chama "fermento" nem "levedura", mas sim, "meio de afofamento"! Para meu grande espanto, de facto "afofar" até vem no dicionário e consiste no acto de tornar fofo. De onde, "afofamento" será o acto de "afofar".

O que me transcende, no meio disto tudo... é que o dito pão de fofo tem muito pouco...

Mudando de assunto, do Natal resultou um cheque da Fnac, trocado por 2 livrinhos. Há muito tempo que não comprava leitura nova (o meu grande vício..) e assim, vou começar o ano a ler o livro que se diz ser o preferido por 9 em cada 10 serial killers.. "The catcher in the rye" foi um dos vários livros que tive de ler durante o 12º ano, e talvez aquele que mais me agradou. Talvez assim se expliquem as tendências! Desde então sempre tive vontade de o ler em português, mas só encontrava traduções brasileiras.. Bendita a hora em que veio o chequezito, que me levou novamente à busca que já durava há mais de alguns, vários, demasiados anos e que terminou hoje com aquilo que espero não se vir a revelar o terror das traduções. A ver vamos.

A "Uma agulha no palheiro " (assim se chama na nossa lingua, ou, "À espera no centeio" [embora o primeiro seja mais adequado à história e o segundo uma tradução mais literal]), juntou-se "A small death in Lisbon", este na sua versão original e que, embora nunca o tenha lido, tem obrigação se ser muito mais que razoável.
Antes de tudo isto andei em limpezas e, para não variar, deitei muito lixo fora. Mesmo assim, continuo a pensar o que fazer com aquele que guardei...
PS: blábláblá, bláblá blá, mas no fim disto tudo, neste momento ando a ler um livro que o H. me ofereceu no natal de 2006 (!!), intitulado "Por um fio" (quem for suficientemente curioso que o vá procurar...). Atraso por atraso, comecei finalmente a ver "Six Feet Under" e não entendo porque não o fiz mais cedo........................................


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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Inveja - parte II

O Natal foi generoso e terminou com esta prenda na minha caixa de correio. Para meu deleite. Único e exclusivo.


Que mais posso pedir?
E se mais não escrevo (tenho tido muitas queixas!), será porque mais não há a dizer. Por agora. Talvez de Vila Franca de Xira traga novas e emocionantes histórias para contar em breve...

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domingo, 2 de dezembro de 2007

Wishful thinking

Continuo a dizer que quando for grande quero ter um cantinho onde tomar o pequeno almoço ao fim de semana. Um cantinho onde possa ver mais que a parede da cozinha, ou a parede dos vizinhos...


Um cantinho como o da minha querida C.R..


Quase morro de uma inveja que não lhe faz mal, mas que me relembra todos os dias que cantinhos assim em Lisboa (no centro de Lisboa!) não há muitos. Ou são caros. Muito caros.


Her own piece of heaven.

A foto é da autoria da felizarda..

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quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Quentes e boas


No ano passado comi castanhas assadas uma única vez: estavam frias, eram pequeninas, metade tinha bicho e foram caras. Fiquei frustrada e não voltei a comprar.

Este ano, apesar de frio que não se faz sentir, tirei a barriga de misérias e comi umas castanhas maravilhosas: eram grandes (enormes!), estavam quentinhas, nem uma tinha bicho e foi a minha mãezinha que as pagou, por isso não faço ideia se foram caras ou não.

Fiquei feliz e quero repetir, mas de preferência com temperaturas mais baixas (do ar, não das castanhas!) porque, parecendo que não, acabam por se tornar enjoativas e difíceis de engolir...


Fun Facts: as castanhas são uma boa fonte de energia com muito pouca gordura, com alguma vitamina C, potássio e magnésio, podem ser comidas em versão doce ou salgada e conservam-se até 6 meses no congelador... A única desvantagem é provocarem umas (por vezes) terríveis crises de flatulência. Assim de repente, só para ficar a saber..

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terça-feira, 16 de outubro de 2007

Depois d'O MOUSSE e d'O VODKA...

... "Aqui tem a sua capuccino"...

Logo pela manhã. Há coisas que me tiram do sério.

O que vale é que era bom.

Hoje é o Dia Mundial da Alimentação. E só porque já lá vão os tempos em que o celebrava, não quer dizer que fique esquecido.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Às vezes gostava de ser mosca...

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

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terça-feira, 4 de setembro de 2007

M80

Em falta de sitios decentes para sair a noite em Lisboa (e por sitios decentes, entenda-se sitios com musica boa e dançável), descobri uma nova rádio, que só passa música (boa) dos anos 70, 80 e 90...
Que bom...
e também descobri que os bichos até fazem festas com a mesma temática e tudo. A próxima é já no próximo Sábado no bar do Guincho. Alguém se atreve? (e ninguém me paga para fazer publicidade...).
E por falar em qualquer coisa, alguém sabe explicar de onde veio a súbita onde nevoeiro que se encontra neste preciso momento a cobrir o rio Tejo??

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